EL QUILOMBO EN LA ESCUELA: ¿EMPODERAMIENTO O INVISIBILIDAD?

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.26694/rles.v30i63.7602

Palabras clave:

Educación Quilombola, Identidad, Empoderamiento, Invisibilidad, Currículo Escolar

Resumen

Este artículo tiene como objetivo analizar en qué medida la escuela investigada se constituye como un espacio de empoderamiento o de invisibilidad para estudiantes quilombolas de la Comunidad Olhos D’Água do Badu. La investigación adoptó un enfoque cualitativo, fundamentado en el análisis de contenido de Bardin. Se utilizaron cuestionarios y grupos focales con ocho estudiantes quilombolas de 2.º y 3.º año de la educación media, además de entrevistas con tres profesoras de la institución. Los resultados revelaron que las y los estudiantes no se sienten representados en los contenidos escolares, identificando una ausencia de prácticas pedagógicas que valoren la cultura quilombola. Esta invisibilidad impacta negativamente su autoestima y sentido de pertenencia. Por otro lado, las profesoras reconocen la importancia de la valorización de la identidad quilombola, pero señalan dificultades de formación para implementar metodologías inclusivas. Se concluye que, aunque existen esfuerzos puntuales, la escuela aún carece de acciones estructurales que fortalezcan las identidades quilombolas. El estudio refuerza la necesidad de un currículo intercultural, de prácticas pedagógicas participativas y de la capacitación docente orientada a la diversidad. Solo así la escuela podrá consolidarse como un espacio de resistencia, empoderamiento y emancipación social.

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Biografía del autor/a

Jefferson de Souza Dourado Guedes

Licenciado em Educação do Campo, área de conhecimento de Matemática. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Centro de Ciência e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade (CETENS). 

Klayton Santana Porto, UFRB

Doutor (2018) e mestre (2014) em Ensino, Filosofia e História das Ciências pela UFBA/UEFS. Atualmente é professor adjunto 4 da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. É líder do Grupo de Estudos e Pesquisa em Ensino, Formação de Professores e Tecnologias (CNPq/UFRB). Participa de projetos de pesquisa e extensão que envolvem: investigação dos processos de ensino e de aprendizagem de Ciências, Matemática, Educação Física e Computação; Formação inicial e continuada de professores/as que atuam na Educação Básica; Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação; modalidades educacionais, tais como: Educação do Campo, Educação de Jovens e Adultos, Educação Inclusiva, Educação a Distância e Educação Permanente em Saúde; e em Saúde Pública, Saúde da Família e avaliação em saúde. Tem experiência como docente de cursos de graduação; pós-graduação lato sensu, residência multiprofissional, e stricto sensu; Educação Básica e ensino técnico profissionalizante, presenciais e a distância. 

Rita de Cácia Santos Chagas, UFRB

Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Católica do Salvador (1998), mestrado em Educação pela Universidade Federal da Bahia (2006) e doutorado em Filosofia e Educação pela Universidade Federal da Bahia (2015). Atualmente é professora Associada I da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e foi Coordenadora de Ensino e Integração Acadêmica da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Orientadora da Residência Pedagógica/CAPES. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Currículos Específicos para Níveis e Tipos de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: Aprendizagem, Espaço de Aprendizagem, Currículo, Pedagogia da Alternância, Educação do Campo, Estágio em Ambiente Escolares e Não Escolares, Filosofia da Educação, Educação Quilombola, Formação de Professores, Docência do Ensino Superior e Educação de Jovens e Adultos. Pós-Doutorado (andamento) :Educação Escolar Quilombola: Currículo, Diversidade e Ancestralidade em Movimento.

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Publicado

2026-05-10

Cómo citar

de Souza Dourado Guedes , J., Santana Porto, K., & de Cácia Santos Chagas, R. (2026). EL QUILOMBO EN LA ESCUELA: ¿EMPODERAMIENTO O INVISIBILIDAD?. Lenguaje, Educación Y Sociedad , 30(63), 1–30. https://doi.org/10.26694/rles.v30i63.7602

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