POLÍTICAS AFIRMATIVAS E O ANTIRRACISMO NA PÓS-GRADUAÇÃO: QUEM SÃO AS PROTAGONISTAS?
DOI:
https://doi.org/10.26694/rles.v29i61.7167Palavras-chave:
Políticas Afirmativas, Pós-Graduação, ProtagonismoResumo
O objetivo deste artigo é identificar a existência de medidas antirracistas na pós-graduação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. As reivindicações por políticas afirmativas para acesso de negros e indígenas na educação superior, na década de 2000 começou a mudar o perfil dos estudantes das universidades, majoritariamente branco. Com o advento da Lei 12.711/2012, a Lei de cotas, amplia-se a presença desses sujeitos na graduação e, posteriormente, ainda que a passos lentos, na pós-graduação. Todavia as instituições, a estrutura acadêmica e o Pacto da branquitude, sob o a rígida existência do racismo estrutural, não está preparada nem possui vontade política, para promover uma educação na perspectiva antirracista. Identificamos o protagonismo de docentes e coletivos negros, por meio da dissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão (militância e resistência), atuam por um ambiente acadêmico antirracista.
Palavras-chave: Antirracismo; pós-graduação; protagonismo.
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