JUVENTUDES PERIFÉRICAS E CONDIÇÃO JUVENIL: SER JOVEM EM UM TERRITÓRIO MARCADO PELA VULNERABILIDADE SOCIAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26694/rles.v30i63.8264

Palavras-chave:

Juventudes periféricas, Condição juvenil, Vulnerabilidade social, território

Resumo

Este artigo analisa a condição juvenil em contexto periférico urbano, com foco nas percepções de jovens da Grande Santa Maria da Codipi, em Teresina-PI, acerca do significado de ser jovem e de suas experiências relacionadas ao acesso ao trabalho. Parte-se do pressuposto de que a juventude é uma construção social, atravessada por marcadores como classe, raça, gênero e território. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório, baseada em observação de campo e na escuta das narrativas juvenis, articuladas à análise teórica. O referencial fundamenta-se em Pais (2016), Dayrell (2003; 2007) e Margulis (2001). Os resultados indicam que a juventude é percebida como um período de possibilidades e responsabilidades, no qual o trabalho ocupa lugar central. Evidencia-se a inserção precoce no mundo do trabalho e a influência do território na configuração dessas experiências. Conclui-se que a condição juvenil deve ser compreendida em sua pluralidade e em suas determinações sociais.

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Biografia do Autor

Lizandra Inês Both, Universidade Federal do Piauí - UFPI

Graduada em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestranda em Sociologia pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Atua no Núcleo de Pesquisa de Criança e Adolescente (NUPEC) da UFPI. Seus interesses de pesquisa incluem: "juventudes periféricas” e “sociabilidades juvenis”. Conta com publicação anais de diversos eventos internacionais da área de sociologia e serviço social.

Lila Luz, Universidade Federal do Piauí - UFPI

Doutora em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2007). Atua no Curso de Serviço Social e no Mestrado em Sociologia na mesma Universidade. Tem experiência com investigação na área de juventude. Atualmente desenvolve a pesquisa ''Vulnerabilidades y resistencias en la juventud latinoamericana en contextos cambiantes'', a qual envolve, além de pesquisadoras do Brasil, da Argentina, Chile, México, Cuba e Uruguay. Coordena o Núcleo de Pesquisa sobre Crianças, Adolescentes e Jovens (NUPEC), espaço que abriga, no Piauí, as ações Observatório da Segurança Pública. É coordenadora do NUPEC, membra do GRILAC e do GT de Juventudes do CLACSO. 

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Publicado

2026-07-23

Como Citar

Both, L. I., & Luz, L. C. X. (2026). JUVENTUDES PERIFÉRICAS E CONDIÇÃO JUVENIL: SER JOVEM EM UM TERRITÓRIO MARCADO PELA VULNERABILIDADE SOCIAL. Linguagens, Educação E Sociedade, 30(63), 1–29. https://doi.org/10.26694/rles.v30i63.8264

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