AFFIRMATIVE ACTION POLICIES AND THE INSURGENT INTELLECTUAL WORK OF BLACK STUDENTS
DOI:
https://doi.org/10.26694/rles.v29i61.6821Keywords:
Affirmative action policies, Insurgent intellectual work, Postgraduate studiesAbstract
The aim of this article is to highlight the insurgent intellectual work of black students in the Stricto Sensu Postgraduate Program at the Federal University of Mato Grosso (UFMT) as an impacting factor in the production of scientific knowledge, with entry through affirmative action policies as a fundamental aspect. The theoretical methodological framework uses references that interface between the fields of Education for Ethnic-Racial Relations, Black Feminism and Higher Education Policies. The research methodology uses a qualitative, bibliographical, documentary and exploratory approach. Thus, we believe that insurgent intellectual work is necessary for the production of scientific knowledge and fundamental for confronting racism and its intersectionalities in academic spaces.
Downloads
References
ALMEIDA, S. L. de. Raça e Racismo. In: ALMEIDA, Silvio L. de. O que é racismo estrutural? São Paulo: Suely Carneiro; Polén, 2019, p. 17-37.
BRASIL. Definição dos cursos de pós-graduação: parecer no 977/65. Brasília: MEC, 1965.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003. Brasília: Presidência da República, 2003.
BRASIL. Lei n° 12.711, de 29 de agosto de 2012. Lei das Cotas. Brasília: Presidência da
República, 2012.
BRASIL. Portaria Normativa nº 13, de 11 de maio de 2016. Ações Afirmativas na Pós-graduação. Brasília: MEC, 2016.
BRASIL. Atualização da Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012. Lei de Cotas. Brasília: Presidência da República, 2023.
CARNEIRO, S. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2011.
COLLINS, P. H. Aprendendo com a Outsider Within: a significação sociológica do
pensamento feminista negro. Revista Sociedade e Estado, [online], v. 31, n. 1, p. 99-127,
jan./abr. 2016.
FERREIRA, E. L. P. Estudantes negros(as) egressos(as) das políticas de ações afirmativas: um olhar sobre a pós-graduação. 2018. 139f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2018.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
GOMES, R. Análise e Interpretação de Dados da Pesquisa Qualitativa. In: MINAYO, Maria C. de S. (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 28. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2009, p. 79-108.
GOMES, N. L. O movimento Negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.
GONZALEZ, L. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Ciências Sociais Hoje, Brasília, ANPOCS, n. 2, p. 223-244, 1983.
HOOKS, b. Intelectuais negras. Estudos Feministas, Florianópolis, ano 3, n. 2, p. 464-478, ago./dez. 2005.
JÚNIOR, P. J. de C. Executivos negros: racismo e diversidade no mundo empresarial: Uma abordagem sócio-antropológica. 2011. 553 f. Tese (Doutorado em Antropologia Social) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.
KILOMBA, G. Memórias da Plantação: episódios de racismo cotidiano. Tradução Jess Oliveira. Rio de Janeiro: Cobogó, 2019.
LEMOS, R. de O. Os feminismos negros: a reação aos sistemas de opressões. Revista Espaço Acadêmico, n. 185, ano XVI, out./2016.
LIMA, M. Trajetória Educacional e Realização Sócio-Econômica das Mulheres Negras. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 3, n. 2, p. 489 - 495, 1995. Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/16467>. Acesso em: 22 fev. 2025.
LUDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em Educação: Abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
MINAYO, M. C. de S. O desafio da pesquisa social. In: DESLANDES, Suely Ferreira; GOMES, Romeu; MINAYO, Maria Cecília de Souza (Orgs.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 2011, p. 9-29.
MOORE, C. Racismo e sociedade: novas bases epistemológicas para entender o racismo. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007, p. 55-106.
OLIVEIRA, P. A.; SILVA, M. G. Educação escolar quilombola e currículo: Analisando as Teorias Decoloniais e pós-críticas enquanto caminhos transpassadores da BNCC. Revista Linguagem, Educação e Sociedade – LES, Teresina, v. 29, n. 61, 2025, eISSN: 2526-8449.
PEREIRA, A. M. Trajetória e perspectivas do Movimento Negro Brasileiro. Belo Horizonte: Nandyala, 2008.
SISS, A. Afro-brasileiros, cotas e ação afirmativa: razões históricas. Niterói: PENESB, 2003.
SOUZA, N. S. Tornar-se negro ou as vicissitudes da identidade do negro brasileiro em ascensão social. Rio de Janeiro: Graal, 2021.
TELLES, E. E. O significado da Raça na Sociedade Brasileira. Princeton e Oxford: Princeton University Press, 2012.
VENTURINI, A. C. Ação afirmativa na pós-graduação: os desafios da expansão de uma política de inclusão. 2019. 320f. Tese (Doutorado em Ciência Política) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2019.
VINUTO, J. A amostragem em bola de neve na pesquisa qualitativa: um debate em aberto. Revista Temáticas, Campinas, V. 22, p. 203-220, ago/dez. 2014.





