A educação da subjetividade em Kierkegaard e Paulo Freire

Autores

  • Cleiton Santos Nunes

DOI:

https://doi.org/10.26694/pensando.v2i4.693

Palavras-chave:

Inautenticidade; Educação; Singularidade.

Resumo

Este ensaio pretende estabelecer um paralelo entre o filosofo dinamarquês Soren Aybe Kierkegaard e o educador brasileiro Paulo Freire, tomando como base a compreensão de educação da subjetividade nos referidos autores e suas implicações ético-pedagógicas na construção do caráter e da personalidade do indivíduo singular no interior das contradições existenciais, as quais o indivíduo enquanto pessoa humana precisa decidir em concretizar as possibilidades e tornar-se a si mesmo ou permanecer na inautenticidade, no anonimato e na impessoalidade. Ambos os autores, compreendem a educação como um fazer que deva ser capaz de promover a construção da autenticidade das pessoas a partir da transformação das condições da existência.

Referências

FREIRE, Paulo. Política e Educacional. São Paulo: 5ª ed. Cortez Editora, 2001.

Por uma Pedagogia da Pergunta. Rio de Janeiro: 3ª ed. Paz e Terra Editora, 1985.

Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: 45ª ed. Paz e Terra, 2005.

Conscientização: teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. São Paulo: Cortez & Moraes, 1979.

GADOTTI, Moacir. FREIRE, Paulo. GUIMARÃES, Sergio. Pedagogia: diálogo e conflito. São Paulo 4ª ed. Cortez, 1995.

KIERKEGAARD, Soren. Migalhas Filosóficas. Rio de Janeiro: 2ª ed. Vozes, 2008.

As Obras do Amor. Rio de Janeiro: 2ª ed. Vozes, 2005.

O Conceito de Angústia. Petrópolis, RJ: Vozes. 2010.

Downloads

Publicado

2012-05-08

Como Citar

NUNES, C. S. . A educação da subjetividade em Kierkegaard e Paulo Freire. PENSANDO - REVISTA DE FILOSOFIA, [S. l.], v. 2, n. 4, p. 193-209, 2012. DOI: 10.26694/pensando.v2i4.693. Disponível em: https://periodicos.ufpi.br/index.php/pensando/article/view/3101. Acesso em: 26 fev. 2024.

Edição

Seção

ARTIGOS/VARIA