Mémorias de uma assistente social na delegacia da mulher durante a pademia

o serviço essenciale e a dor invisível

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.26694/revzab.v6i2.7142

Palabras clave:

Palavras-chave: Pandemia; Violência doméstica; Serviço Social; Memórias; Delegacia da Mulher.×

Resumen

Este relato de experiência apresenta reflexões acerca dos impactos da pandemia da Covid-19 na vida de mulheres em situação de violência doméstica, articulando tais reflexões com a minha vivência profissional, enquanto assistente social na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher Centro (DEAM-Centro), em Teresina. Enquanto parte da população pôde se resguardar em casa, os trabalhadores dos serviços essenciais, como as delegacias, permaneceram na ativa a fim de garantir a continuidade do acolhimento às vítimas e, nesse cenário, o Serviço Social desempenhou papel estratégico promovendo acolhimento e articulação interinstitucional para a promoção de direitos.  Ao escrever este relato, adoto uma perspectiva interseccional Crenshaw (2002), considerando os atravessamentos de gênero, raça, classe e condição social das mulheres atendidas. Mas o texto é também pessoal. A linha tênue entre a profissional e a mulher que sentia medo, sobrecarga e insegurança esteve presente em cada atendimento. O relato pode contribuir para o debate sobre políticas públicas mais sensíveis e eficazes no contexto pós-pandêmico.

 

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Publicado

2026-08-03

Cómo citar

DE JESUS CRUZ, Janille. Mémorias de uma assistente social na delegacia da mulher durante a pademia : o serviço essenciale e a dor invisível. Revista Zabelê, Teresina, Brasil, v. 6, n. 2, p. 58–65, 2026. DOI: 10.26694/revzab.v6i2.7142. Disponível em: https://periodicos.ufpi.br/index.php/revzab/article/view/7142. Acesso em: 17 ago. 2026.

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