O ESTUDO DA HISTÓRIA INDÍGENA NA ESCOLA CELESTINO FILHO, NOS ÚLTIMOS 15 ANOS

Autores

  • Gisa de Sá Carvalho
  • Brisdete Sepúlveda Coelho Brito

Resumo

Este artigo apresenta uma análise do conteúdo programático da História Indígena nas aulas
de História na Escola Celestino Filho, em Conceição do Canindé-PI e busca, com isso,
analisar os instrumentos/ferramentas didático-pedagógicos utilizados pelos professores,
quando estes tratam do processo identitário e cultural indígena na sala de aula do Ensino
Médio, a partir da lei 11.645/2008. Levar-se-á a refletir a inserção do índio como agente
participativo e indagador no contexto histórico brasileiro, já que se sabe que a partir da lei
supracitada é que a temática foi inserida no currículo comum da educação brasileira. Em
livros didáticos essa historicidade normalmente só era verificada sobre uma única vertente,
sem que os educadores tivessem a preocupação de levar o aluno a refletir sobre tais povos,
os quais se sabe que estes, deixaram um legado preciosíssimo na formação identitária da
nação brasileira. Este artigo, ainda leva a uma reflexão sobre a própria historicidade da
educação brasileira a qual se deu início no âmbito colegial a partir da educação jesuítica
tendo como protagonistas os povos indígenas. E como metodologia utilizou-se pesquisa
bibliográfica, baseada em autores como Almeida (2010), Borges (2004), Chaves (1998),
Carvalho (2008), Carvalho Junior (2005), Miranda (2010) dentre outros, bem como uma
pesquisa de campo com entrevista e aplicação de questionários.

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Publicado

2026-04-07

Como Citar

DE SÁ CARVALHO, Gisa; SEPÚLVEDA COELHO BRITO, Brisdete. O ESTUDO DA HISTÓRIA INDÍGENA NA ESCOLA CELESTINO FILHO, NOS ÚLTIMOS 15 ANOS. Revista Form@re - Parfor/UFPI, [S. l.], v. 3, n. 2, p. 110–118, 2026. Disponível em: https://periodicos.ufpi.br/index.php/formare/article/view/8543. Acesso em: 15 abr. 2026.

Edição

Seção

Artigos