GUERREIRAS NÃO, EXPLORADAS PELO PATRIARCADO E CAPITALISMO

Autores/as

  • Jessyka Rodrigues Fiocruz PI
  • Hallisson Eduardo dos Santos Pinho Fiocruz PI
  • Dandara Leite Carvalho Fiocruz PI
  • Maria Laura Mendes dos Santos Leal UFDPAR

DOI:

https://doi.org/10.26694/cadpetfilo.v16i31.6124

Resumen

Este artigo investiga o trabalho das Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) em Parnaíba-PI sob uma perspectiva interseccional, considerando como raça, gênero e classe influenciam suas experiências, especialmente durante a crise sanitária provocada pela COVID-19. Utilizando entrevistas semiestruturadas como metodologia, o estudo revela desafios significativos enfrentados pelas ACS, incluindo condições de trabalho insalubres, negligência estatal e municipal, desvalorização da profissão, estresse emocional, medo, ansiedade e sobrecarga devido à dupla ou tripla jornada de trabalho. A análise conclui que são necessárias intervenções para assegurar os direitos, dignidade e valorização adequada das ACS, que desempenham um papel crucial na saúde pública em todos os territórios do país.

Publicado

2026-01-02

Cómo citar

Rodrigues, J., dos Santos Pinho, H. E., Leite Carvalho, D., & Mendes dos Santos Leal, M. L. (2026). GUERREIRAS NÃO, EXPLORADAS PELO PATRIARCADO E CAPITALISMO. Cadernos Do PET Filosofia, 16(31), 47–60. https://doi.org/10.26694/cadpetfilo.v16i31.6124