ARQUEOLOGIA E DANÇA AFRO-BRASILEIRAS EM PELOTAS (RS)

UMA ABORDAGEM COLABORATIVA E ANTIRRACISTA

Autores

  • Juliana Bizarro Cascais
  • Lúcio Menezes Ferreira
  • João Daniel P. Amaro

DOI:

https://doi.org/10.26694/2317-3254.rcp.v13i1.6526

Palavras-chave:

diáspora africana, arqueologia colaborativa, dança afro-brasileira, patrimônio afro-brasileiro; antirracismo

Resumo

Este artigo explora a importância das pesquisas colaborativas e etnográficas em sítios arqueológicos ligados às cosmologias e práticas espirituais afrodiaspóricas. Propõe uma arqueologia inclusiva centrada nas perspectivas das comunidades afrodescendentes, desafiando as heranças coloniais e promovendo benefícios concretos para essas comunidades. A Charqueada São João, em Pelotas (RS), é utilizada como estudo de caso para ilustrar a integração entre arqueologia, memória e antirracismo. Será discutido, especificamente, um projeto colaborativo chamado \emph{A Arqueologia também dança}, que mistura arqueologia e dança afro-brasileiras.    

Biografia do Autor

Juliana Bizarro Cascais

Bolsista de doutorado CAPES no Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural da Universidade Federal de Pelotas.

Lúcio Menezes Ferreira

Professor do Departamento de Antropologia e Arqueologia, Universidade Federal de Pelotas; Programa de Pós-graduação em Arqueologia do Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro; bolsista de produtividade do CNPq (bolsa 1C).

João Daniel P. Amaro

Diretor da Companhia de Dança Afro Daniel Amaro, Pelotas, RS.

Downloads

Publicado

2024-02-04