MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO DO MUNICÍPIO DE MARACANAÚ, NO ESTADO DO CEARÁ

Autores

  • Ailton Nascimento Amorim
  • Luís Carlos Bastos Freitas
  • Filipe de Brito Fratte Modesto
  • Juliana Gonçalves Rodrigues

Palavras-chave:

Áreas de risco; Processos hidrológicos; Maracanaú

Resumo

O aumento na frequência e na intensidade dos desastres naturais que têm atingido muitos municípios brasileiros motivou o Governo Federal a criar o Programa Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres, sendo atribuído ao Serviço Geológico do Brasil - CPRM o papel de executar em todo o país o mapeamento das áreas de risco geológico-geotécnico. Dos 69 municípios cearenses mapeados, apenas 1 teve a sua setorização atualizada: Maracanaú. Nesse contexto, o presente trabalho propõe-se a destacar aos gestores municipais e à defesa civil quais são as áreas de alto e muito alto risco em Maracanaú. E assim, definir as áreas prioritárias para a implantação de ações de gerenciamento, mitigação, monitoramento e resposta frente aos desastres naturais.  A setorização de risco desse município foi realizada em 2014 e apontou duas áreas sujeitas a processos hidrológicos (inundação e alagamento) uma no Loteamento Residencial Maracanaú e outra no Bairro Jaçanaú. Em 2017, a atualização desse mapeamento levantou que nenhuma medida estrutural capaz eliminar os riscos já apontados foi adotada. Observou-se também o agravamento na situação dos setores já conhecidos, além da identificação de dois novos (Bairros Alto Alegre I e II). Outro problema frequentemente observado foi o descarte incorreto dos resíduos sólidos bem como a presença de efluentes expostos. Todo o cenário encontrado no município é reflexo de uma expansão urbana acelerada e desordenada, que ocorre sem levar em consideração os aspectos associados ao meio físico local.

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Publicado

2025-11-22

Como Citar

Nascimento Amorim, A., Carlos Bastos Freitas, L., de Brito Fratte Modesto, F., & Gonçalves Rodrigues, J. (2025). MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO DO MUNICÍPIO DE MARACANAÚ, NO ESTADO DO CEARÁ. Revista Equador, 8(2), 422–435. Recuperado de https://periodicos.ufpi.br/index.php/revistaequador/article/view/7833

Edição

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