SPATIAL FIX: COMO AS CRISES DO CAPITALISMO AGRAVAM A CRISE CLIMÁTICA

Autores

  • Raimundo Jucier Sousa de Assis
  • Giovana Espindola

Palavras-chave:

Crítica ao Antropoceno; Natureza barata; Expansão geográfica; China; Amazônia.

Resumo

O artigo discute como o agravamento da crise climática global pode ser entendido como parte dos aspectos inerentes às soluções expansivas das crises estruturais do capitalismo, em particular, no pós-crise de 2008. A partir do encontro das teorias de ajuste espacial de David Harvey e de natureza barata de Jason Moore, problematiza-se como as dinâmicas de apropriação de natureza nas periferias do capitalismo podem ser lidas como resultantes diretas da expansão das trocas comerciais desiguais e dos investimentos estrangeiros, em especial daqueles ligados à demanda por commodities. Sobretudo com base nas relações entre China e América Latina, em particular na Amazônia, evidencia-se como a crescente demanda por comodities no pós-2008, enquanto forma de apropriação de natureza, e suas consequências geográficas do desflorestamento e da emissão de gases de efeito estufa, contribuem para o agravamento da crise climática global.

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Publicado

2025-11-13

Como Citar

Jucier Sousa de Assis, R., & Espindola, G. (2025). SPATIAL FIX: COMO AS CRISES DO CAPITALISMO AGRAVAM A CRISE CLIMÁTICA. Revista Equador, 12(2), 324–341. Recuperado de https://periodicos.ufpi.br/index.php/revistaequador/article/view/7597

Edição

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