SÍNDROMES DE POLINIZAÇÃO E DE DISPERSÃO DAS ESPÉCIES LENHOSAS NOS PARQUES AMBIENTAIS EM TERESINA, PIAUÍ, BRASIL

Autores

  • Franciele Ferreira da Silva
  • Silvane de Sousa Honório
  • Yara Dorneles Soares de Queiroz
  • Amanda Caroline Rodrigues da Silva
  • Caio Jefiter dos Reis Santos Soares
  • Francisco Soares Santos-Filho

Palavras-chave:

Florestas estacionais semideciduais. Dispersão. Parques Urbanos. Teresina.

Resumo

A cidade de Teresina (PI) apresentou um crescimento urbano acelerado que consumiu suas florestas nativas. Como forma de compensar esta degradação, criou áreas de parques preservando fragmentos florestais. Este trabalho teve como objetivo mostrar as diferentes estratégias de polinização e de dispersão desenvolvidas por espécies lenhosas encontradas em parques urbanos. Foram analisados os frutos de 24 espécies. A família mais abundante foi Fabaceae; o tipo de polinização mais frequente foi o realizado por abelhas e a forma de dispersão mais comum foi zoocórica.

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Publicado

2025-11-09

Como Citar

Ferreira da Silva, F., de Sousa Honório, S., Dorneles Soares de Queiroz, Y., Caroline Rodrigues da Silva, A., Jefiter dos Reis Santos Soares, C., & Soares Santos-Filho, F. (2025). SÍNDROMES DE POLINIZAÇÃO E DE DISPERSÃO DAS ESPÉCIES LENHOSAS NOS PARQUES AMBIENTAIS EM TERESINA, PIAUÍ, BRASIL. Revista Equador, 5(3), 360–374. Recuperado de https://periodicos.ufpi.br/index.php/revistaequador/article/view/7507

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