O samurai que traz desonra: a memória em disputa dos crimes de guerra do Japão imperial na Segunda Guerra
DOI:
https://doi.org/10.26694/rec.v15i1.9456Palabras clave:
Memória, Imperialismo japonês, Identidade socialResumen
O presente artigo busca analisar o revisionismo histórico japonês e a construção da memória relacionada à Segunda Guerra Mundial sob o front Oriental, elucidando como determinadas narrativas foram institucionalizadas pelo estado japonês enquanto outras permanecem na esfera do indizível. Utilizando como fundamentação teórica autores como Eric Hobsbawm, Maurice Halbwachs e Michael Pollak, argumentando a construção da memória coletiva japonesa no pós-guerra, observando a coexistência entre os discursos de honra e a consolidação da memória nacional, tratando o papel do nacionalismo, do Estado e da historiografia na reorganização da memória histórica japonesa, e como os mecanismos de silenciamento e enquadramento da memória influenciam a construção da identidade nacional. Por fim, destacamos como disputas permanecem presentes nas representações culturais japonesas, entre mangás e animes.
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Derechos de autor 2026 Pedro Paulo Machado, Jonathan da Silva Barros , Mairton Celestino da Silva

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