Teresinha Queiroz: entre Clio e Atena
DOI:
https://doi.org/10.26694/rec.v15i1.9445Resumo
Neste artigo, objetivo apontar alguns aspectos de minha convivência com Terezinha Queiroz, discutindo sumariamente a sua obra historiográfica. Terezinha expandiu sua presença para além de sua terra natal – Esperantina – e alcançou o panteão de maior expressão nas várias frentes de trabalho no campo historiográfico piauiense. Pertencente à primeira geração de historiadores formados no contexto da UFPI, ela abriu as portas para o novo fazer historiográfico no Piauí com base em suas vivências e experiências em Curitiba e em São Paulo, e nos legou a possibilidade de interpretarmos as “coisas do Piauí”: novos enfoques, novos objetos e perspectivas.
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