ALFORRIAS PAGAS NO PIAUÍ OITOCENTISTA:

RESISTÊNCIA, AGÊNCIA E A GRADUAL DESCONSTRUÇÃO DO SISTEMA ESCRAVISTA

Autores

  • Rodrigo Caetano Silva Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão

DOI:

https://doi.org/10.26694/rec.v20i2.8310

Palavras-chave:

Cartas de alforria, Resistência, Abolição da escravidão

Resumo

Este artigo tem como objetivo analisar a emancipação dos escravos na província do Piauí durante o século XIX, destacando a complexidade do processo, a resistência à abolição e as iniciativas dos cativos em busca de liberdade. Focaliza-se as alforrias pagas, abordando estratégias como a acumulação de recursos e o apoio de terceiros, que permitiram aos escravos superar as limitações do regime escravista. Além disso, evidenciase o protagonismo dos cativos como agentes históricos, cujas ações e negociações desafiaram a lógica escravista, contribuindo para sua gradual desconstrução e ampliando a compreensão da escravidão e da luta pela liberdade no Brasil imperial. 

Biografia do Autor

Rodrigo Caetano Silva, Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão

Pedagogo e Historiador. Pós-doutor em História pela Universidade Federal de Minas Gerias- UFMG.
Atualmente é professor do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão
(IEMA), campus de Presidente Dutra – MA.

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Publicado

2024-07-02 — Atualizado em 2026-03-03

Versões

Como Citar

Caetano Silva, R. (2026). ALFORRIAS PAGAS NO PIAUÍ OITOCENTISTA: : RESISTÊNCIA, AGÊNCIA E A GRADUAL DESCONSTRUÇÃO DO SISTEMA ESCRAVISTA. Contraponto, 13(2). https://doi.org/10.26694/rec.v20i2.8310 (Original work published 2º de julho de 2024)

Edição

Seção

Dossiê – História e Historiografia: 20 anos do PPGHB/UFPI