As PERFORMANCES DE MULHERES INDEPENDENTES NOS ANOS 1980:
AS SUBJETIVAÇÕES, OS INVESTIMENTOS NA CARREIRA E A AQUISIÇÃO DA LIBERDADE.
DOI:
https://doi.org/10.26694/rec.v13i2.8318Palabras clave:
Juventude, Mulheres independentes, Família, Identidades, ConjugalidadesResumen
O principal argumento deste estudo concentra-se sobre a ideia de que, na década de 1980, os discursos propagados em jornais,
revistas femininas e pela TV buscavam imprimir modelos culturais que favorecessem, por um lado, o rompimento com uma mentalidade patriarcal, ainda definida por valores morais católicos, e, por outro, o surgimento de outras práticas sociais de determinado modelo de mulheres, que ousaram criar novos formatos de sonhos, iniciativas e independências em Teresina. Nesse sentido, este estudo busca compreender e analisar vivências femininas singulares, juvenis e independentes nessa década. Assim, as entrevistas realizadas com os sujeitos independentes revelaram que esses fatores redefiniram as identidades ditas femininas, desdobrando-as noutros modelos e performances, modificando costumes, práticas familiares e da conjugalidade. Assim, novos signos e símbolos foram definidos na arte, cultura, política e no espaço urbano, com a abertura de outras oportunidades de emprego, estudos e de entretenimento, bem como abriam-se novas possibilidades de cidadania e participação política às mulheres jovens, que sonhavam e lançaramse à conquista de sua independência financeira, profissional e familiar.
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- 2026-03-03 (2)
- 2024-07-02 (1)
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