“Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”: temporalidade nas canções de Belchior na década de 1970

Authors

  • Fernando do Nascimento Graduado em Licenciatura em História na Universidade Estadual do Piauí - UESPI

DOI:

https://doi.org/10.26694/rec.v21i1.9458

Keywords:

Belchior, Canção, Tempo, Experiência, Expectativa, Presente

Abstract

O presente artigo surge do interesse em analisar canções do compositor cearense Antonio Carlos Belchior (1946-2017), tendo em vista o contexto social, político e cultural de sua produção musical, bem como concepções da geração e do período vivenciado do artista. As letras de Belchior refletiram elementos de sua época trazendo em seu conteúdo tendências históricas, questões geracionais e de temporalidade, vivenciadas na experiência e projetadas em expectativas. Tais aspectos servem para ampliar a compreensão acerca de concepções de tempo, expectativas e experiências da juventude, que tomaram forma musical e embalaram um grande público, por meio da obra desse cantor. A análise das canções foi realizada a partir de uma parcela das composições produzidas entre os anos de 1970, principalmente do seu segundo álbum de 1976 “Alucinação”, e utilizou como referencial teórico textos de autores como Hartog (2015) e Kosseleck(2006), para auxiliar na reflexão.

Published

2026-09-30

How to Cite

do Nascimento , F. (2026). “Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”: temporalidade nas canções de Belchior na década de 1970. Contraponto, 21(1). https://doi.org/10.26694/rec.v21i1.9458