Imaginação, imaginasons: um diálogo com Teresinha Queiroz sobre a arte de escrever história

Autores

  • Leonardo Carneiro Ventura Universidade Federal do Rio Grande do Norte

DOI:

https://doi.org/10.26694/rec.v15i1.9437

Palavras-chave:

Escrita da história, Teresinha Queiroz, Sonoridade, Sensorialidade

Resumo

Este artigo parte da obra de Teresinha Queiroz para pensar as possibilidades de escrita da história. Busca em especial expandir o debate em torno da abordagem dos arquivos, fomentando a discussão sobre o papel das sensibilidades na reelaboração do passado. Pretende, assim, contribuir para o alargamento das fronteiras da historiografia, incorporando dimensões sensoriais frequentemente marginalizadas. Parte-se da hipótese de que a imaginação histórica, tradicionalmente concebida a partir da imagem e da visualidade, também pode ser compreendida como uma experiência auditiva, abrindo novas possibilidades para a leitura dos arquivos e para a escrita da história. Este artigo parte da obra de Teresinha Queiroz para pensar as possibilidades de escrita da história. Busca em especial expandir o debate em torno da abordagem dos arquivos, fomentando a discussão sobre o papel das sensibilidades na reelaboração do passado. Pretende, assim, contribuir para o alargamento das fronteiras da historiografia, incorporando dimensões sensoriais frequentemente marginalizadas. Parte-se da hipótese de que a imaginação histórica, tradicionalmente concebida a partir da imagem e da visualidade, também pode ser compreendida como uma experiência auditiva, abrindo novas possibilidades para a leitura dos arquivos e para a escrita da história.

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Publicado

2026-09-29

Como Citar

Ventura, L. C. (2026). Imaginação, imaginasons: um diálogo com Teresinha Queiroz sobre a arte de escrever história. Contraponto, 15(1). https://doi.org/10.26694/rec.v15i1.9437

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