Alphaville: a utopia da cidade sem dor

Autores

  • Frederico Osanan Amorim Lima Doutor em História, é docente na Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPAR)
  • Edwar de Alencar Castelo Branco Doutor em História e pesquisador do CNPq, é docente na Universidade Federal do Piauí (UFPI)

DOI:

https://doi.org/10.26694/rec.v21i1.9468

Palavras-chave:

História, Cinema, Anos 1960, Subjetividades

Resumo

O texto se apropria do filme Alphaville, de Jean Luc Godard, de 1965, propondo que se trata de uma obra de arte que permite discutir, no campo da história, sentimentos, subjetividades e sensibilidades. Com uma cidade onde os homens expressam uma anti metáfora da vida, Godard traz a luz o mal-estar dos anos 1960: a tecnologia e o seu decorrente mais fascinante, o computador. Alphaville, nesse sentido, é o pretexto que utilizamos para adentrar parcialmente o gigantesco amálgama de significados que é a subjetividade humana.

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Publicado

2026-09-30

Como Citar

Lima, F. O. A., & Castelo Branco, E. de A. (2026). Alphaville: a utopia da cidade sem dor. Contraponto, 21(1). https://doi.org/10.26694/rec.v21i1.9468