Alphaville: a utopia da cidade sem dor
DOI:
https://doi.org/10.26694/rec.v21i1.9468Palavras-chave:
História, Cinema, Anos 1960, SubjetividadesResumo
O texto se apropria do filme Alphaville, de Jean Luc Godard, de 1965, propondo que se trata de uma obra de arte que permite discutir, no campo da história, sentimentos, subjetividades e sensibilidades. Com uma cidade onde os homens expressam uma anti metáfora da vida, Godard traz a luz o mal-estar dos anos 1960: a tecnologia e o seu decorrente mais fascinante, o computador. Alphaville, nesse sentido, é o pretexto que utilizamos para adentrar parcialmente o gigantesco amálgama de significados que é a subjetividade humana.
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