https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/issue/feed Linguagens, Educação e Sociedade 2022-12-27T15:31:54+00:00 Open Journal Systems <p>A Revista <em><strong>Linguagens, Educação e Sociedade</strong></em> <strong>(LES)</strong> é um veículo de divulgação científica do Programa de Pós-Graduação em Educação<em>,</em> do Centro de Ciências da Educação, da Universidade Federal do Piauí, criado em 1996, com a edição de dois números anuais, passando a ser publicada na versão eletrônica, a partir de 2017, com publicação quadrimestral.</p> <p>A <strong>LES</strong> tem o objetivo de contribuir com a divulgação do conhecimento científico no campo da Educação e áreas afins, produzido por pesquisadores brasileiros e estrangeiros.</p> <p>A Revista publica resultados de pesquisas originais e inéditos, revisões bibliográficas e resenhas de obras relevantes para a área de Educação, em português, espanhol e inglês, em conformidade com sua política editorial.</p> <p><strong>Qualis</strong> (2017-2020): A3 | <strong>ISSN</strong>: 1518-0743 | <strong>e-ISSN</strong>: 2526-8449 | <strong>Prefixo DOI</strong>: 10.26694</p> https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3007 EDUCAÇÂO ANTIRRACISTA E POSSIBILIDADES DE FISSURA À BRANQUITUDE: REFLEXÕES A PARTIR DO CURRÍCULO DA EDUCAFRO 2022-10-27T18:34:15+00:00 Sara Carolina de Castilho Dâmaso dos Santos castilhosara27@gmail.com <p>Este trabalho é fruto de pesquisa de mestrado em diálogo com estudos realizados em processo de doutoramento. O objetivo do artigo é refletir sobre o currículo de um pré-vestibular popular do movimento negro, a EDUCAFRO, pensando possibilidades de fissura à branquitude. Essa organização visa o acesso de negros(as) e pobres ao Ensino Superior e tem, como uma de suas principais agendas, a luta contra o racismo. Aponto, a partir da pesquisa, que saberes produzidos e sistematizados pelo movimento negro e afetos antirracistas presentes nesse currículo trazem possibilidades de reeducação para as relações raciais de estudantes e voluntários(as) brancos(as). Indico ainda que possibilidades de fissura à branquitude podem ser produzidas neste e em outros espaços onde se façam presentes esses saberes e afetos a partir da agência de sujeitos comprometidos com educação antirracista. A pesquisa foi desenvolvida em processo de mestrado e foram utilizadas como metodologias a história oral, a observação participante e a análise documental. O trabalho traz como referências autores e autoras do campo do currículo e do campo das relações raciais, incluindo os estudos críticos da branquitude.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3145 O ESTUDANTE PROTAGONISTA E RESPONSABILIZADO DO NOVO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE SOB AS LENTES DA GOVERNAMENTALIDADE 2022-11-03T09:57:57+00:00 Larissa Scotta lariscotta1@gmail.com <p>Este texto discute a emergência de um modelo de escolarização, no contexto neoliberal conservador brasileiro, que toma o estudante do ensino médio como um ‘empresário de si mesmo’, capaz de exercer ações para potencializar seu capital humano a partir de um protagonismo e de uma responsabilização na escolha de seu percurso formativo. As lentes teórico-metodológicas que guiam este trabalho têm o aporte dos Estudos Foucaultianos, sendo mobilizado para a problematização o conceito de ‘governamentalidade’, entendido como um regime de poder que conduz os comportamentos e governa as mentalidades numa determinada direção. A primeira parte do texto aborda os desdobramentos da governamentalidade neoliberal no domínio educacional, apontando-se para a centralidade ocupada pelos processos de educabilidade e subjetivação dentro da dimensão estratégica do neoliberalismo. A segunda parte mobiliza discursos presentes em diretrizes orientadoras da reforma do ensino médio no Estado do Rio Grande do Sul, sublinhando uma regularidade discursiva que projeta nos estudantes um protagonismo responsabilizado que advém dos valores e princípios do <em>ethos</em> neoliberal. A terceira parte aponta um entrelaçamento entre responsabilização individual e esteio familiar. Em um quadro cada vez mais drástico de precarização da vida e de recrudescimento de um neoliberalismo de face conservadora, quando o jovem, lançado no jogo das competividades fracassa, é a família que é acionada como “seguradora” para garantir a proteção que o Estado, também ele funcionando a partir da lógica empresarial, deixa de oferecer aos indivíduos.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/2988 APRENDENDO A EMPREENDER: O PROJETO DE VIDA E A CULTURA DO EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO ESCOLAR 2022-10-14T12:13:31+00:00 Ademir Manfré ademirmanfre@yahoo.com.br <p>“Pense fora da caixa”, “Inove”, “Seja empreendedor de si”, “Aprenda a empreender”. Esses são alguns dos imperativos formativos veiculados cotidianamente na contemporaneidade. Quando crianças, muitos de nós já fomos questionados sobre o que queremos ser quando crescer. Pautados por imperativos mercadológicos, a cultura do empreendedorismo emerge como referencial formativo “inovador” nos espaços educativos. Nesse contexto, o Projeto de Vida promete desenvolver múltiplas dimensões, motivando os indivíduos a resolver problemas e a tomar decisões para alcançar objetivos e atingir a realização profissional. Essa cultura transfere os dispositivos empresariais – tais como competividade, lucratividade, desempenho e produtividade – para o âmbito educacional, subordinando os processos formativos a uma nova governamentalidade. Diante do assinalado, partiu-se do seguinte questionamento: por qual motivo inserir a cultura do empreendedorismo nas escolas? A partir do exposto, defende-se que o debate acadêmico sobre Projeto de Vida ancora-se em princípios provenientes do mercado neoliberal, priorizando a formação de indivíduos economicamente produtivos, porém, politicamente submissos e dóceis. Desse modo, pretende-se colocar em discussão o papel desempenhado pela racionalidade pedagógica empreendedora no direcionamento das formas de governo de si. Como forma de direcionamento analítico, a crítica foucautiana surgiu como referencial teórico capaz de apresentar criticamente os limites dos dispositivos neoliberais que inserem a Educação nas diretrizes da produtividade e da governamentalidade.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/2886 SISTEMA ESTADUAL DE AVALIAÇÃO PARTICIPATIVA: MAPEAMENTO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA 2022-12-08T11:37:05+00:00 Maria Goreti Farias Machado mgoretimachado@gmail.com Maria Beatriz Gomes da Silva mbeatrizgomess@gmail.com <p>Este artigo objetiva contribuir na preservação da memória de uma política recente<br>de avaliação institucional da educação básica, na rede estadual de ensino do Rio Grande do<br>Sul, cujo diferencial reside no aspecto participativo da política. Foram analisados os resumos<br>das produções científicas de 2012 a 2017. O levantamento das produções foi realizado no<br>Catálogo de Teses e Dissertações da Capes; Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do<br>Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT – BDTD); Portal de<br>Periódicos da Capes/MEC (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior /<br>Ministério da Educação); repositórios digitais de universidades públicas no Rio Grande do Sul<br>e em meios eletrônicos de eventos ocorridos no período. As produções foram organizadas em<br>dois grupos sendo eles as produções acadêmicas e as publicações em periódicos. As análises<br>foram realizadas de acordo com as categorias temáticas previamente definidas: objeto de<br>estudo ou foco de interesse, metodologia adotada, fontes teórico-conceituais mais utilizadas e<br>as implicações dos resultados, ganhos e aprendizagens da política. Dentre os achados se<br>destacam as limitações na implementação da política, como: acúmulo de atividades dos<br>sujeitos envolvidos, tempo necessário para realizar o diagnóstico, falta de assistência das<br>coordenadorias às escolas e centralização na formulação da política. Também foi possível<br>identificar avanços quanto ao estímulo à participação da comunidade escolar na<br>implementação da política. As análises revelaram que a temática é campo fértil para novos<br>estudos sobre a evolução da política e para o conhecimento acerca da avaliação institucional<br>na educação básica.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3118 CLUBE DE LEITURA VIRTUAL DE FICÇÃO CIENTÍFICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA 2022-11-28T19:00:45+00:00 Márcia Cecília de Oliveira Carrgosa marciaceciliasms@hotmail.com José Osman dos Santos osman.santos@ifs.edu.br <p>Este artigo tem por finalidade apresentar o produto educacional “Clube de Leitura Virtual de Ficção Científica”, resultado da pesquisa de mestrado realizada no Programa de XXX (XXX), cujo objetivo central foi apresentar aos profissionais envolvidos com o ensino, em espaços formais e não formais de educação, uma proposta de intervenção que contribuísse para a construção do letramento científico dos estudantes, tendo como ponto de ancoragem o desenvolvimento da compreensão leitora. Para tanto, a partir de uma abordagem qualitativa dos dados, adotou-se uma pesquisa-ação como percurso metodológico. Os resultados obtidos por meio da análise dos dados sugerem que a proposta apresentada se configurou como viável, possível e, principalmente, propícia à construção do letramento científico dos estudantes.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: ciência; tecnologia; compreensão leitora.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3147 ESTADO DE CONHECIMENTO SOBRE ENSINO LÍNGUA INGLESA NO ENSINO MÉDIO INTEGRADO - A PRÁXIS DE UM IF 2022-10-13T11:14:58+00:00 Norma Araújo norma.araujo@ifba.edu.br José Júlio César do Nascimento Araújo jose.araujo@ifac.edu.br <p>O presente artigo tem por objetivo apresentar o estado de conhecimento sobre o ensino de língua inglesa no Ensino Médio Integrado. A análise visou identificar as perspectivas e os desafios existentes no ensino deste idioma, desde o surgimento do ensino da Língua Inglesa no Brasil como língua estrangeira, por meio de uma breve contextualização histórica do ensino de inglês no país, as mudanças e as reformas no sistema educacional brasileiro e seus efeitos no processo de ensino-aprendizagem. Os resultados apontam que, apesar da relevância deste idioma no mundo contemporâneo, ainda há muitos desafios a serem enfrentados para a consolidação do ensino e da aprendizagem da Língua Inglesa no Brasil, passando por políticas públicas que oportunizem a aprendizagem na escola, a formação de professores e as metodologias adequadas, de maneira a contribuir para o processo educacional e para o desenvolvimento crítico do discente.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3586 LEITURA E MULTIMODALIDADE NO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA: UM OLHAR SOBRE AS ATIVIDADES COM O GÊNERO TIRINHA 2022-11-22T01:41:28+00:00 Lucélio Dantas de Aquino lucelio.aquino@ufrn.br Cláudia Azevedo claudia.dantas2002@gmail.com <p>O presente trabalho tem por objetivo analisar as atividades de leitura com o gênero tirinha no livro didático de Língua Portuguesa sob a ótica da multimodalidade. Para tanto, tomamos como objeto de pesquisa o livro didático “Português: Linguagens”, do 8º ano do Ensino Fundamental. Especificamente, buscamos descrever as atividades de leitura com o gênero discursivo tirinha, presentes no livro didático e compreender as atividades do livro didático quanto a sua capacidade de desenvolvimento de habilidades de leitura de textos multimodais. A metodologia empregada se ampara na abordagem qualitativa, por meio de uma pesquisa descritiva e interpretativa. Ao realizar as descrições e análises, percebemos que trinta atividades se utilizam do gênero tirinha como texto motivador para a proposição de questões a serem respondidas. Depreendemos, da análise, quatro propósitos dessas atividades: discutir a temática do capítulo; promover uma leitura do texto com base no conteúdo trabalhado; trabalhar aspectos linguístico-gramaticais, multimodalidade e conhecimento de mundo; e, analisar e identificar aspectos gramaticais e formais da linguagem. Assim sendo, apesar de em algumas situações se abordar a multimodalidade, não encontramos atividades com o gênero tirinha que focalizasse apenas a multimodalidade, sendo tratada em poucas questões, revelando a necessidade de repensar essas atividades para a promoção de uma prática de leitura coerente com o que se espera para o ensino de Língua Portuguesa.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3388 POLÍTICA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL EM ESCOLA PARTICULAR DE ENSINO 2022-12-21T20:09:00+00:00 Milena Viana Medeiros Barbosa do Nascimento milem.15@hotmail.com Ana Valeria Marques Fortes Lustosa avfortes@gmail.com <p>A política do governo está centrada no Atendimento Educacional Especializado nas escolas regulares. Observa-se, contudo, que se trata de um serviço “tamanho único” que visa a atender todo o público-alvo da educação especial, com sérias implicações para o trabalho pedagógico. O objetivo da pesquisa foi investigar como se estrutura, na perspectiva do professor da classe comum, a política de inclusão em escola de rede particular de ensino. Adotou-se como referencial teórico a Abordagem do Ciclo de Políticas formulada por Stephen Ball e Richard Bowe. O estudo é quali-quantitativo do tipo estudo de caso. Participaram da pesquisa 15 professores e as coordenadoras do Serviço de Inclusão e do Ensino Fundamental. O instrumento utilizado foi o Questionário de Avaliação de Política de Inclusão Escolar: Professor da Classe Comum, elaborado para o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Os resultados apontam que o trabalho pedagógico é realizado na classe comum, constituindo um grande diferencial quando se compara com as escolas públicas que atendem a esses alunos no contraturno. O acesso e permanência dos alunos da educação especial é superior à média nacional na escola pesquisada. Há também distinta articulação entre o professor da classe comum e o especializado, assim como a criação de duas salas de recursos e, por fim, a excelente qualidade na infraestrutura da instituição torna a proposta de inclusão na escola um processo enriquecedor para todos da comunidade escolar.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3626 PESQUISA-FORMAÇÃO INTERVENTIVA COM EDUCADORAS E EDUCADORES DE MEDIDA DE INTERNAÇÃO DA SOCIOEDUCAÇÃO: QUAL A PROFISSIONALIDADE? 2022-12-04T22:53:36+00:00 Adriana Santos Barboza barbozaad@gmail.com Antonio Pereira antonyopereira@yahoo.com.br <p>Este texto trata de uma investigação defendida no Mestrado Profissional em Educação de Jovens e Adultos (MPEJA), da Universidade do Estado da Bahia. Teve como objetivo compreender a profissionalidade da educadora e educador de medidas socioeducativas a partir da pesquisa-formação interventiva, na intenção de potencializar a prática profissional, atendendo às novas demandas da socioeducação. Traz como questão: de que maneira os educadores e educadoras de medida socioeducativa da Comunidade de Atendimento Socioeducativo (CASE) – Salvador percebem a sua profissionalidade diante das novas demandas da socioeducação? Trata-se de uma pesquisa de natureza interventiva, a partir da metodologia da pesquisa-formação, usando como dispositivo o Grupo Reflexivo de Mediação Biográfica (GRMB), mesclado com temas formativos relacionados a atividade de trabalho destes educadores. O locus da investigação foi a Comunidade de Atendimento Socioeducativo de Salvador (CASE). Em linhas gerais, a pesquisa demonstrou que a profissionalidade do educador e da educadora está em construção a partir de um intenso processo conscientizador do ser educadora e educador de adolescentes em privação de liberdade, considerando que a experiência no trato com esses adolescentes dá sentidos a profissão, bem como o compromisso político entre eles, a aprendizagem e a própria socioeducação. O cotidiano de trabalho com todos seus desafios educativos, sociais e políticos tornam estes educadores protagonistas de sua profissionalidade em construção e reconstrução no intuito de ser mais, freirianamente falando.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3660 TECNOLOGIA DIGITAL EDUCACIONAL E O AUTISMO: O QUE TECEM OS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO? 2022-12-17T11:11:09+00:00 João Coelho Neto joaocoelho@uenp.edu.br Adriana Alves adriana.alves@univali.br <p>O uso das Tecnologias Digitais, principalmente na área da Educação, visa auxiliar no processo de ensino e aprendizagem. Para a Educação Especial, esse instrumento vem ao encontro de contextualizar assuntos que podem ser explorados de formas alternativas; principalmente para alunos com Transtorno do Espectro Autista. Dessa forma, este artigo tem por objetivo investigar acerca das tecnologias digitais que vêm sendo utilizadas em um contexto educacional com autistas. Os encaminhamentos metodológicos utilizados foram um mapeando sistemático sobre o uso das tecnologias para alunos autistas nos programas de Pós-Graduação em Educação brasileiros. A base de dados utilizada foi a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações. Como resultados verificou-se a baixa incidência de pesquisas sobre a temática nos programas pesquisados, sugerindo uma robusta indicação de ampliação das pesquisas, visto as diversas possibilidades que podem ser articuladas para a educação pública por meio de tecnologias com estudantes com autismo.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3728 APRESENTAÇÃO DOSSIÊ: QUAL CURRÍCULO É A BNCC? 2022-12-26T20:49:57+00:00 Phelipe Florez Rodrigues phelipe.rodrigues@uerj.br Hugo Heleno Costa Camilo hugo.costa@uerj.br <p>Este dossiê se constitui em uma convergência de trabalhos voltados à discussão da Base Nacional Comum Curricular – BNCC, entendendo-a como um conjunto de dispositivos que busca, através de forte prescrição, concretizar um projeto homogeneizante para a educação brasileira. Dentre os enfoques privilegiados aqui está a oportunidade de pensar articulações que sustentam a BNCC, suas relações com outras políticas, tais como a de formação de professores, de produção de materiais didáticos, de avaliação, bem como a participação de agentes do capital, que se valem da premissa da homogeneidade como meio para a equidade e desenvolvimento econômico. Nesse sentido, o dossiê oportuniza convites a amplas conversas sobre contribuições atentas às articulações políticas associadas a agendas comprometidas com a difusão de valores éticos e morais, de determinado padrão de sujeito, de mão de obra voltada ao atendimento de demandas do mundo do trabalho. Entre os trabalhos, destacamos também aqueles que compreendem que movimentos em prol do aumento do controle curricular não se configuram como ações de equidade social e, menos ainda, como decisões políticas democráticas.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3000 BNCC E CURRÍCULO DO/PARA O ENSINO MÉDIO: O QUE PENSAM OS ALUNOS SOBRE ITINERÁRIOS FORMATIVOS? 2022-10-20T23:26:56+00:00 Eurandizia Maia da Silva eurandizia@hotmail.com Márcia Betania de Oliveira marciabetaniauern@uern.br <p>Neste texto abordamos questões em torno dos itinerários formativos (IF) como parte da proposta curricular para o ensino médio, a partir da Base Nacional Comum Curricular (BNCCEM), no discurso de fortalecimento do protagonismo juvenil. Questionamos: Como a BNCC orienta a construção do currículo do Ensino Médio na perspectiva dos itinerários formativos? O que pensam os alunos sobre esses itinerários formativos? Definimos os seguintes objetivos: investigar como os itinerários formativos vêm sendo discutidos enquanto produção de texto; destacar elementos da reforma do Ensino Médio; apresentar dados de pesquisas desenvolvidas sobre o tema e, por fim, compreender o currículo então proposto pela normativa que constitui a BNCCEM. A pesquisa empírica se deu em uma escola de tempo integral situada no interior da estado do Ceará, a partir do olhar de nove estudantes dos terceiros anos do ensino médio, por meio de questionários disponibilizados pel google meet. Os dados da pesquisa apontam aparente ausência de uma compreensão dos estudantes sobre o que são itinerários formativos, ou, ainda, acerca dos objetivos dos itinerários no sentido de agregar à sua formação, gerar autonomia e empoderamento aos alunos, preparo para a vida, entre outros. Quanto aos processos de construção dos itinerários formativos para a turma, as respostas vão desde o funcionamento, a indicação de resultados, passando por aquelas que se distanciam totalmente da compreensão do tema, até a sinalização de atuação na qual a política transita conforme a configuração e reconfiguração de proposições até aquilo que a realidade local pede, demandada pelas circunstâncias e necessidades pontuais dos sujeitos e da escola.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/2989 OS SENTIDOS DA ALFABETIZAÇÃO NA BNCC: LEITURAS A PARTIR DA PERSPECTIVA ENUNCIATIVA-DISCURSIVA DE LINGUAGEM 2022-12-23T19:54:08+00:00 Maria Letícia Cautela de Almeida Machado maria_leticia2005@hotmail.com Paula da Silva Vidal Cid Lopes paulacidlopes@gmail.com Ana Paula Santana ana.santana@ufsc.br <p>Mudanças políticas e sociais, pelas quais o Brasil tem passado na última década, impõem urgências na produção de estudos que visitem o estado da arte de campos curriculares que notadamente influenciam os múltiplos processos de formação humana. Nesse contexto, o artigo tem por objetivo elaborar uma análise crítica da seção destinada à Alfabetização na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), tendo como ponto de partida a síntese de outros estudos já consolidados sobre tal regulação. Para tanto, desenvolve-se um estudo teórico-conceitual, a partir de uma pesquisa documental. Constata-se que a noção de habilidades adotada na BNCC circunscreve a alfabetização a uma perspectiva estruturalista que revela uma visão reduzida e parcial da linguagem, centrada na língua como código, que deixa de lado justamente o que deveria ser o centro das atenções nos processos de alfabetização: o sujeito e a (sua) linguagem. Em contrapartida, uma perspectiva enunciativa-discursiva de linguagem e de alfabetização é assumida neste artigo, a partir da qual entende-se que os processos linguísticos são construídos nas relações socioculturais e os alunos são vistos como sujeitos cognoscentes e sociais, capazes de <em>agir nos</em> e <em>contribuir para os</em> processos interativos - seja pela oralidade, pela escrita ou por outras semioses. Conclui-se que a BNCC nega outros caminhos formativos por rejeitar ou desconhecer a produção científica e contemporânea acumulada no campo, centrando-se, contrariamente, numa concepção de ciência e de linguagem que reforça os abismos sociais e as mais diferentes formas de preconceitos que deles decorrem. </p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/2970 CARTOGRAFIA PROFANA: POLÍTICAS-POÉTICAS DE CURRÍCULO E ESPACIALIDADE NA GEOGRAFIA ESCOLAR 2022-12-07T18:25:31+00:00 Vitor Marques vitormarques.geo@outlook.com Maria Inez Carvalho misc@ufba.br <p>Este artigo é uma fabulação-performativa com e sobre uma Cartografia Profana na Geografia Escolar. Produto de pensares e quereres de mapeamentos com estudantes de uma escola básica do Centro Histórico de Salvador, BA. Opta-se por uma ontologia fraca, no terreno da abordagem pós estrutural, na qual, os mapeadores são esmaecidos no continuum entre mapa e mapeamento, o que autorizou a compor operações do incontrolável, do que não se pode banir, na tensão do percorrer a encruzilhada Geografia Escolar, apontando o espaço e o currículo como dimensões abertas, que se reconstroem no fluxo de saberes e práticas dos afectos dos/nos corpos. Escrita de linhas errantes como um hipertexto entremeado por notificações, presentadas metaforicamente como pedras, catadas e tropeçadas na encruzilhada imanente dessa trama. O que pode uma Cartografia Profana no contexto de uma Geografia Escolar? Propõe-se articulações dessas experiências com a tradução, hibridação e descolamentos engendrados das proposições de espaço aberto em Massey, das contribuições de Derrida sobre textualização, a hodologia em Besse e intersecções de conceitos de Deleuze.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3136 O COMPONENTE LÍNGUA PORTUGUESA NAS TRÊS VERSÕES DA BNCC PARA OS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL 2022-11-30T16:30:47+00:00 Ildenê Freitas da Silva Mota ildenemota@ufpa.br Genylton Odilon Rego da Rocha genylton@gmail.com Irlanda do Socorro de Oliveira Miléo irlanda@ufpa.br <p>Este trabalho se move no campo dos estudos sobre currículo, considerando aqui o currículo prescrito, tendo como objeto de investigação as prescrições curriculares para a Língua Portuguesa nos anos finais do Ensino Fundamental contidas nas três versões da Base Nacional Comum Curricular – BNCC, (BRASIL, 2017). Dessa forma, através da Pesquisa Documental e Análise de Conteúdo seguindo os pressupostos da pesquisa qualitativa, examinamos comparativamente o componente curricular em estudo de modo a identificar avanços, retrocessos e permanências ocorridos durante o processo de seleção de conhecimentos. Em vista disso, objetivamos especificamente desvelar quais conhecimentos foram selecionados para o componente Língua Portuguesa. Os dados foram analisados em diálogo com o referencial teórico adotado embasado por Bakhtin (2006 [1929]), Geraldi (2004 [1984]) e Apple (2001, 2003, 2006, 2011). Os resultados evidenciam que os conhecimentos selecionados para a Língua Portuguesa estão intrinsecamente relacionados às teorias linguísticas enunciativas (Análise de Dialógica de Discurso, Linguística Textual, Sociolinguística) vinculadas à concepção interacionista de linguagem. Em consonância com a perspectiva de língua adotada, a dimensão da linguagem privilegiada foi a discursiva/dialógica em detrimento da gramatical.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/2841 FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL E BNCC: NARRATIVAS EM DISPUTA 2022-11-12T19:55:55+00:00 Marlene Oliveira dos Santos dossantos.ufba@gmail.com <p>Este artigo aborda o tema da formação de professores e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Busca evidenciar narrativas que estão em disputa no cenário nacional e suas ressonâncias para a formação de professores da Educação Infantil. A argumentação foi construída a partir de análise crítica de documentos da legislação educacional vigente em uma interlocução com referências teóricas do campo da educação. A BNCC está em vigor e o compromisso dos profissionais da educação é interpretar, traduzir e problematizar seu conteúdo, evidenciando suas fragilidades e potências. A proposta da BNCC está correndo o risco de não se efetivar porque o próprio governo brasileiro a inviabilizou com a defesa do estado mínimo e com a adoção de políticas neoliberais e neoconservadoras.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/2960 CURRÍCULO E AVALIAÇÃO: DISCURSOS QUE SIGNIFICAM O CURRÍCULO NO CONTEXTO ESTADUAL DE MATO GROSSO 2022-10-28T21:34:50+00:00 Geniana Santos genianacba@gmail.com Reybia Bueno Ramos reybiabueno2019@gmail.com Denise de Souza Destro denisesdestro@gmail.com <p>Este trabalho problematiza a relação estabelecida entre currículo e avaliação, após a aprovação da Base Nacional Comum Curricular, doravante BNCC, salientando os efeitos de sentido sobre a prática pedagógica e sua organização/prescrição no âmbito estadual. Destacamos que tal relação, no contexto mato-grossense, assume o caráter de estrutura de verificação/validação da performatividade docente e estudantil. O presente trabalho privilegia a compreensão discursiva de Currículo, desenvolvida por Lopes (2018, 2019), a qual concebe o discurso como estruturação do social. Aponta para a necessidade de negociação de sentidos sobre projetos educativos como elemento crucial à Democracia, desse modo, a desestabilizar o discurso produzido sobre as temáticas apresentadas. O estudo foi desenvolvido com o aporte teórico estratégico da Teoria Política do Discurso (LACLAU, 2011, 2013). Para a discussão temática, recorre a Ball (1990, 2010) para a compreensão da noção de performatividade e problematização sobre os sentidos da influência política; Vieira e Hypolito (2013); Diaz-Barriga (2018), autores que contribuem para a desestabilização dos discursos sobre avaliação no âmbito da política curricular. Identifica-se a partir da BNCC forte investimento em ações de estruturação curricular via programas locais de medição da proficiência da aprendizagem, especialmente no contexto da alfabetização. Esse efeito de sentido provocado pela BNCC realça a linguagem da avaliação externa, assumida como local, da competição e da lógica meritocrática que corroboram para projeções identitárias estereotipadas sobre o ensino e aprendizagem, e sobre ser estudante no contexto mato-grossense.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Discurso. Currículo. Avaliação.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3133 AÇÕES POLÍTICAS E REGIME DE COLABORAÇÃO EM PROL DA BNCC: O TAL DO PACTO INTERFEDERATIVO 2022-11-09T01:36:07+00:00 Débora Barreiros dbarreiros@gmail.com Maria Santos santtosmaria.m@gmail.com <p>Neste texto, focamos, especificamente, em discutir os movimentos políticos sobre a definição de Base Nacional Comum Curricular (BNCC) gerada desde que o MEC tornou público o debate nacional sobre o currículo da Educação Básica. Dedicamo-nos, assim, a entender as estratégias no regime de colaboração diante do caráter normativo do documento e interpretar as divergências de posicionamentos, assim como compreender o significado da ação que envolve o regime de colaboração presente no pacto interfederativo. Nosso argumento é o de que o discurso de participação coletiva tratou de legitimar a normatividade do documento e que as tomadas de decisões privilegiam a participação de especialistas e membros dos setores privados. Por isso, sugerimos no texto como base referencial de estudo pós-fundacional que, desde o processo de produção da BNCC, existe um movimento que visa articular sujeitos, instituições e a multiplicidade de pensamentos sobre a produção do campo curricular marcado pelas relações de poder e tensões entre demandas sociais, intenções e/ou acordos políticos.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3384 A IMPLEMENTAÇÃO DA BNCC NAS ESCOLAS FAMÍLIAS AGRÍCOLAS DO PIAUÍ: OS IMPACTOS NA PROPOSTA PEDAGÓGICA E CURRICULAR 2022-10-30T18:28:59+00:00 Elmo de Souza Lima elmolima@gmail.com <p>Este texto tem o objetivo analisar as mudanças ocorridas na proposta curricular das Escolas Famílias Agrículas do Piauí a partir da implementação da Base Nacional Curricular (BNCC) do Ensino Méio, buscando evidenciar os impactos da reforma curricular no projeto de formação destas instituições de ensino. Com base nos aportes teóricos da pesquisa qualitativa, de cunho documental, fizemos uma análise dos referenciais curriculares e documentos que orientaram o processo de implementação da BNCC no Ensino Médio Integrado à Educação Técnica e Profissional, focando principlamente no estudo das matrizes curriculares utilizadas pelas EFAs, antes e após a implementação da BNCC. Os resultados demonstram que houve uma redução na carga horária dos componentes curriculares, tanto da formação geral quanto da parte técnica, evidenciando uma tendência de fragilização da formação teórica dos jovens, em detrimento de uma proposta de educação associada às atividades práticas e ao desenvolvimento de competênicas e habilidades relacionadas ao saber-fazer, fruto do caráter neotecnista das reformas curriculares.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3132 BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: CONFRONTO ENTRE O MARCO LEGAL E A POLÍTICA EM IMPLEMENTAÇÃO 2022-10-05T01:09:52+00:00 Fábio Dantas de S. Silva fabiodantasuefs@gmail.com Ivania Paula Freitas de Souza Sena ivaniapaula.freitas@gmail.com <p>O presente artigo analisa a Base Nacional Comum Curricular para evidenciar seus objetivos como projeto do capital para a educação da classe trabalhadora, problematizando sua concepção, elaboração, conteúdo e forma em confronto com o marco legal da Educação. O estudo de cunho exploratório visa somar esforços junto às escolas e os cursos de formação de professores, no enfrentamento às ofensivas das políticas neoliberais, que avançam nas últimas décadas e alteram os princípios e fins da educação. Parte da análise de documentos, tais como: a BNCC (2018); a Constituição Federal, LDB e as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Para dar conta deste propósito, partimos da perspectiva epistemológica dos estudos críticos, ancorados no materialismo histórico-dialético, tendo como categorias analíticas centrais a historicidade, a contradição e a dialética. Dentre as conclusões, evidenciamos uma rede constituída pelos Aparelhos Privados de Hegemonia, que atuam na produção e implementação de políticas educacionais no Brasil, sendo a BNCC um dos frutos dessa articulação. Ademais, evidenciamos que a forma de organização da BNCC a partir das competências e habilidades e definição de conteúdos a serem trabalhados não está relacionada ao que está proposto na LDB.</p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/2958 EXPROPRIAÇÃO CULTURAL: AS REFORMAS DA BNCC E DO ENSINO MÉDIO EM DEBATE 2022-09-01T01:28:18+00:00 Danielle Rezera daniellerezera@yahoo.com.br Walson Lopes walsonlopes@yahoo.com <p>Nos propusemos a debater os sentidos mais profundos das recentes políticas educacionais, que são a BNCC e a reforma do Ensino Médio, e suas implicações na conformação de um currículo culturalmente rebaixado e instrumentalizado para atender aos desígnios do capital neoliberal. Aludimos a importância de múltiplos aparelhos privados de hegemonia na direção desse processo, com destaque para o Movimento pela Base, convergentes e articulados na expropriação cultural do processo de formação integral e desinteressado dos estudantes brasileiros.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3135 POLITICAS CURRICULARES EN MEXICO Y BRASIL: CONTEXTO INTERNACIONAL Y LOCAL 2022-12-26T20:14:34+00:00 Dafne Gonzalez Solís dafnegsolis@gmail.com <p>O presente trabalho tem por objetivo analisar, através de uma análise comparativa, políticas curriculares em estados nacionais semiperiféricos, quais sejam – Brasil e México. O objetivo deste trabalho centra-se na análise discursiva dos documentos normativos que estão em vigência no contexto balizado e que se estabelecem como diretrizes em escala nacional. O foco investigativo se concentra nos currículos homogêneos e nacionais que foram produzidos em ambos os países e como estas políticas homegeneizantes violentaram aspectos diferenciais da tessitura do social uma vez que se produziram como respnsividade a demandas globais e macroeconômicas. Pretende-se com este foco atentar às questões que se configuram como exclusão e silenciamentos nas políticas curriculares, destacando a questão indígena no caso mexicano e o caso dos negros no contexto brasileiro. Como forma de desenvolver tal proposta investigativa, lançamos mão de uma pesquisa de análise documental e revisão de literatura como estratégia de problematizar discurso curriculares produzidos no tensionamento e articulação entre as esferas globais e locais. Interessa-nos neste estudo focalizar nas relações entre o currículo e os discursos sociais, políticos, culturais e interculturais, os aspectos propositivos, bem como as discussões que devem continuar a serem promovidas para pensar a relação entre educação sociedade. e a elaboração do currículo como modelos e propostas educacionais. Ao final, pontuamos o caráter violento das propostas curriculares em análise na medida em que ao se proporem como homogêneas buscam a partir de estereótipos e estratégias de colonização apagar a dimensão diferencial que constitui a sociedade.</p> 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3729 Editorial 2022-12-26T21:26:39+00:00 Elmo de Souza Lima elmolima@gmail.com 2022-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Linguagens, Educação e Sociedade