https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/issue/feed Revista da Academia de Ciências do Piauí 2020-12-22T01:02:43+00:00 Academia de Ciências do Piauí valteriaval2@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista da Academia de Ciências do Piauí é uma publicação on-line, aberta e gratuita, de periodicidade semestral, da ACADEMIA DE CIÊNCIAS DO PIAUÍ -ACIPI, criada como um projeto de divulgação da pesquisa, extensão e inovação realizadas por seus acadêmicos e comunidade científica em geral, com finalidade de promover o debate e a reflexão em torno de questões teóricas e práticas. Ao articular e divulgar a produção científica dos diversos campos das ciências, através da publicação de artigos, ensaios, resenhas, entrevistas, traduções e apoio a eventos, objetiva promover o diálogos com pesquisadores de outras instituições nacionais e estrangeiras, fortalecendo o conhecimento científico produzido no Estado. A responsabilidade administrativa da revista pertence Academia de Ciências do Estado, através dos seus gestores, e a acadêmico-cientifica do seu corpo técnico.</p> https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/708 Entrevista com o Prof. Dr. Jorge Almeida Guimarães - JAG pela Revista da Academia de Ciências do Piauí – ACIPI 2020-12-19T16:58:18+00:00 RACIPI RACIPI suportepagina@ufpi.edu.br <p>Pesquisador Sênior do CNPq. Possui graduação em Medicina Veterinária pela<br>Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1963) e doutorado em Ciências<br>Biológicas (Biologia Molecular) pela Escola Paulista de Medicina-UNIFESP (1972).<br>Percorreu toda a carreira universitária atuando como professor na UFRRJ,<br>UNIFESP, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto-SP, na UNICAMP,<br>UFF, UFRJ e UFRGS. Durante o período de 2004 até 2015 foi presidente da<br>Coordenação de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Atualmente é Presidente da<br>Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e professor do<br>Curso de Mestrado Profissional em Pesquisa Clínica do Hospital de Clínicas de<br>Porto Alegre (HCPA) e pesquisador do Centro de Pesquisa Experimental do<br>Hospital de Clínicas de Porto Alegre onde coordena o Laboratório Temático de<br>Bioquímica Farmacológica. Recebeu títulos de Professor Emérito da UFRJ em<br>1999, da UFRRJ em 2007, da UFF em 2012 e da UFRGS em 2013. Recebeu<br>também títulos de Doutor Honoris Causa da University of Nottingham e de diversas<br>universidades brasileiras. Exerceu por dois períodos a Presidência da Sociedade<br>Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular. Tem experiência na área de<br>Bioquímica e Farmacologia, com ênfase em Química de Proteínas, Enzimologia e<br>Farmacologia Bioquímica e Molecular, atuando principalmente nas áreas de<br>hemostasia e trombose, nos seguintes temas: enzimas proteolíticas, peptídeos<br>biologicamente ativos, proteínas tóxicas, sistema calicreína-cininas, princípios<br>antihemostáticos e anti-trombóticos de origem natural: venenos de serpentes, de<br>insetos e outros animais e de plantas.</p> 2020-12-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/718 FICHA TÉCNICA 2020-12-22T01:02:43+00:00 RACIPI suportepagina@ufpi.edu.br <p>A revista eletrônica da Academia de Ciências e Tecnologia do Estado do Piauí lança,nesse segundo semestre de 2020, o seu primeiro número. A sua finalidade é difundir o conhecimento científico nas diferentes áreas, contribuindo para o fortalecimento da cultura científica no Estado .</p> 2020-12-22T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/716 EDITORIAL 2020-12-22T00:55:00+00:00 RACIPI suportepagina@ufpi.edu.br <p>A revista eletrônica da Academia de Ciências e Tecnologia do Estado do Piauí lança,nesse segundo semestre de 2020, o seu primeiro número. A sua finalidade é difundir o conhecimento científico nas diferentes áreas, contribuindo para o fortalecimento da cultura científica no Estado .</p> 2020-12-22T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/702 INFLUÊNCIA DA GEOLOGIA E FERTILIDADE DO SOLO NAS FITOFISIONOMIAS E ESTRUTURA DA VEGETAÇÃO EM ÁREA DE TRANSIÇÃO EDAFOCLIMÁTICA DA BACIA DO PARNAÍBA-PIAUÍ, NORDESTE DO BRASIL 2020-12-19T06:03:53+00:00 José Sidiney Barros jsidneybarros@gmail.com Mundayatan Haridasan hari@unb.br Ruth Raquel Soares de Farias ruthraquelsf@gmail.com Maura Rejane de Araújo Rejane de Araújo Mendes maurarejanem@gmail.com Antonio Alberto Jorge Farias Castro albertojorgecastro@acipiaui.org.br Samara Raquel de Sousa sambio2015@gmail.com Raimundo Nonato Lopes rnlopes2008@hotmail.com <p>Áreas de transição cerrado-caatinga-floresta foram pesquisadas objetivando<br>estabelecer associações entre parâmetros dos solos e diferentes fitofisionomias do<br>Complexo Vegetacional de Campo Maior na Bacia do Parnaíba, Piauí. A hipótese<br>de que a compartimentação geomorfológica e disponibilidade de nutrientes<br>condicionaram a florística e estrutura das formações vegetais, subsidiaram a<br>amostragem florística e fitossociológica em parcelas distribuídas por geoambientes.<br>Amostras compostas coletadas a diferentes profundidades permitiram a análise de<br>solos por horizontes, classificação textural e comparação com as concentrações<br>foliares de nutrientes das espécies nativas. Diferenças texturais dos solos<br>relacionam-se ao conteúdo em argila, com valores nas parcelas da mata muito<br>superiores às demais fitofisionomias. Para todas as fitofisionomias o percentual de<br>areia foi inferior a 56% o que nos permite classificá-las como texturalmente<br>arenosas. Valores para macro e micronutrientes indicam fortes variações entre<br>solos relacionadas ao percentual de carbono orgânico e concentrações de P, Ca,<br>Fe e Mn, com saturação por base em todos os solos inferior a 50%, caracterizando<br>solos distróficos. A CP-1, da Análise de Componentes Principais (PCA), separa os<br>solos arenosos daqueles mais silto-argilosos e férteis. Os resultados confirmam a <br>heterogeneidade ambiental e espacial da flora e estreita relação entre<br>características geológicas, geoambientais, pedológicas e tipos vegetacionais<br>associados.</p> 2020-12-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/698 INFLUÊNCIA DE NUTRACÊUTICO COMERCIAL SOBRE OS PARÂMETROS ESPERMÁTICOS DE SÊMEN FRESCO E DESCONGELADO EM OVINOS 2020-12-19T05:37:19+00:00 Kenney de Paiva Porfirio kenneymv@hotmail.com Apoxena Reis Soares Marafon apoxena@hotmail.com Letícia Soares de Araújo Teixeira leticiasoateixeira@gmail.com Clarissa de Castro e Braga clah_1995@hotmail.com Marlene Sipaúba de Oliveira pessoasipauba@yahoo.com.br Leonardo Lopes Furtado leofurtado2017@outlook.com Sara Camila da Silveira Costa saracostapink@hotmail.com Janaína de Fátima Saraiva Cardoso janainadefatima@hotmail.com Ney Rômulo de Oliveira Paula neyromulo@ufpi.edu.br <p>este estudo avaliou o efeito da suplementação oral com nutracêutico comercial<br>contento antioxidantes, ácidos graxos, vitaminas e minerais sobre a qualidade do sêmen<br>fresco e descongelado de ovinos. Foram selecionados oito reprodutores, que foram<br>divididos em dois grupos: Grupo 1 (n=4), composto por reprodutores suplementados com<br>nutracêutico comercial e Grupo 2 (n=4), por reprodutores submetidos a administração de<br>placebo. As coletas de sêmen foram realizadas com o auxílio de vagina artificial e o<br>sêmen foi avaliado de acordo com a metodologia recomendada pelo manual do CBRA<br>(2013). As amostras foram submetidas a criopreservação e posteriormente avaliadas. O<br>uso do nutracêutico resultou em uma melhora no sêmen descongelado em semanas<br>específicas. Quanto a motilidade, foi possível observar melhora na sexta e decima<br>semana, vigor na decima semana e morfologia na terceira e decima semana. Já em<br>relação ao sêmen fresco, foi possível observar diferença apenas na morfologia, onde o<br>grupo tratamento apresentou melhores resultados na quinta e sexta semana. Portanto,<br>o uso do nutracêutico comercial eleva os parâmetros de motilidade e vigor do sêmen<br>congelado/descongelado, e eleva o percentual de espermatozoides morfologicamente<br>normais do sêmen fresco a partir de determinado período pós- administração.</p> 2020-12-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/704 DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DAS NASCENTES DO RIO CALDEIRÃO, PEDRO II, PIAUÍ 2020-12-19T15:56:06+00:00 Érico Rodrigues Gomes erico.gomes@ifpi.edu.br Ana Tereza Cáceres Cortez atcortez@rc.unesp.br <p>O município de Pedro II, a 195 km de Teresina, nordeste do estado do Piauí,<br>localiza-se no contraforte da Serra dos Matões, uma região com elevada produção de água<br>através de mecanismos surgentes, formando as nascentes dos rios Corrente, Matos,<br>Caldeirão, Piracuruca, Capivara e Parafuso, fornecendo água de qualidade para<br>residências, sítios, fazenda e povoados, em pleno semiárido piauiense. Este estudo<br>realizou o diagnóstico dos impactos ambientais encontrados nas nascentes do rio<br>Caldeirão. As expedições ao campo foram antecedidas pela aquisição e tratamento de<br>imagens de satélite e revisão bibliográfica. O diagnóstico ocorreu a partir de observações<br>in loco, tendo sido georreferenciados 84 pontos de campo, sendo 12 nascentes. Como<br>resultado, foram caracterizados os meios físico, biótico e a socioeconomia diretamente<br>relacionados com as nascentes e suas respectivas áreas de preservação permanentes,<br>sendo identificadas 14 atividades responsáveis pelos impactos ambientais. As informações<br>permitiram a proposição de um projeto de recuperação e preservação ambiental das<br>nascentes, um legado para as futuras gerações.</p> 2020-12-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/706 ATHENA: UM ACELERADOR RECONFIGURÁVEL, DINÂMICO E AUTÔNOMO PARA APLICAÇÕES DE PROPÓSITO GERAL 2020-12-19T16:06:48+00:00 Francisco Carlos Silva Junior juninho.ufpi@hotmail.com Ivan Saraiva Silva ivan@ufpi.edu.br Ricardo Pezzuol Jacobi jacobi@unb.br <p>Arquiteturas reconfiguráveis têm sido amplamente utilizadas como aceleradores<br>de propósito geral provendo melhoria no desempenho e na eficiência energética no<br>sistema. Contudo, esses ganhos vêm ao custo de um significante custo adicional de área<br>devido à grande quantidade de unidades funcionais que geralmente são utilizada nesse<br>tipo de acelerador, o que pode tornar proibitivo sua integração em sistemas embarcados<br>que possuam restrições fortes de área, como os dispositivos móveis e IoT (Internet of<br>Things), por exemplo. Com intuito de reduzir o custo adicional inserido pela CGRA no<br>sistema, este artigo propõe a ATHENA (A THin rEcoNfigurable Array). A ATHENA mapeia<br>dinamicamente trechos das aplicações para serem executadas na CGRA. O mapeamento<br>é feito através de um hardware dedicado (gerador dinâmico de configuração) que é<br>implementador em cinco estágios de pipeline. A computação na ATHENA pode ser<br>distribuída temporalmente, permitindo que as unidades funcionais sejam reutilizadas<br>mapeando operações para uma mesma unidade em diferentes ciclos. A ATHENA foi<br>implementada no simulador gem5 e avaliada utilizado o benchmark mibench. A ATHENA<br>também foi sintetizada utilizando o software de síntese da cadence com a tecnologia de 45<br>nm. Os resultados mostram que a ATHENA foi capaz de acelerar em até 1,72x enquanto<br>economiza 37% adicionando apenas 2,4% de custo adicional em um processador<br>superescalar 8-wide. Dessa forma, a ATHENA se mostra com uma solução promissora<br>para dispositivos móveis e embarcados.</p> 2020-12-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/696 ESTIGMA: PERMANÊNCIA CULTURAL DA HANSENÍASE 2020-12-19T05:15:22+00:00 Gabriel Rocha da Silva Silva gabrielr5431@gmail.com Antonia Valtéria Melo Alvarenga valteriaalvarenga@cchl.uespi.br Dário Henrique Alvarenga Vale darioheav@gmail.com <p>A hanseníase é uma doença contagiosa que, ao longo dos tempos, vem mostrando capacidade de potencializar-se quando associada a fatores socioculturais negativos. A sua trajetória internacional é marcada por episódios de discriminação e sofrimento daqueles que desenvolvem a doença. O Brasil, desde o final do século XIX, integra as políticas internacionais de controle e combate a essa enfermidade, o que o levou a adotar práticas segregatórias entre a terceira década do século XX e os anos 80 desse mesmo século, como medida profilática de controle e combate a endemia. Através dos esforços do Estado e da sociedade foram mantidos os infectados, por quase quatro décadas, em leprosários, estruturados como instituições totais (GOFFMAN,1998). Os avanços no campo da medicina na segunda metade do século XX, fez a comunidade médica internacional decidir pela alteração do protocolo de tratamento dessa endemia. O Brasil, mais uma vez, buscou acatar as novas orientações de saúde, iniciando o tratamento ambulatorial. Visando reduzir os efeitos culturais da doença foi modificada sua nomenclatura (por meio da Lei nº 9.010), quando a mesma deixou de ser denominada de lepra para ser chamada de hanseníase. O objetivo desse estudo foi analisar alguns fatores culturais que colaboram para permanência dessa enfermidade no Brasil. O recorte temporal e espacial para a pesquisa foram: a cidade de Teresina e o período de 2006 a 2016. Os resultados mostraram que a endemia continua fortemente associada a fatores socioculturais e, o estigma produzido sobre a doença é importante para compreender a maneira como a sociedade e os indivíduos se comportam em relação ao seu diagnóstico e tratamento.</p> 2020-12-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/703 ACESSO À JUSTIÇA E PRETENSÃO RESISTIDA NO ÂMBITO EXTRAJUDICIAL COMO CONDIÇÃO PARA PROPOSITURA DE AÇÃO PELO CONSUMIDOR 2020-12-19T15:59:22+00:00 Dante Ponte de Brito dantephb@ufpi.edu.br Nathana Maria Silva Martins nathanamrt@outlook.com <p>Em 15 de março de 1962, o ex-presidente americano Jonh Keneddy afirmou que “consumidores somos todos nós”. Esta frase foi um marco na implementação e preservação dos direitos consumeristas nos EUA e no mundo. A luta por tais direitos garantiu à sociedade de consumo a proteção contra práticas lesivas por parte dos fornecedores de produtos e serviços, bem como determinou ao Estado o dever de assegurar tais prerrogativas. Entre estas, está o princípio do acesso à justiça, previsto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (CF) e no próprio Código de Defesa do Consumidor (CDC). Não obstante a isto, há, atualmente, uma tendência de parte da magistratura em dificultar o gozo deste direito para os consumidores. Atualmente, tramita o Projeto de Lei nº 533/19 que corrobora esta tese. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é mostrar a evolução histórica do acesso à justiça, dos equivalentes jurisdicionais e, por fim, averiguar até que ponto a pretensão do referido Projeto fere a Lei Maior e os direitos dos consumidores. O método utilizado nesta pesquisa é de natureza exploratória a partir da análise de material envolvendo os mais variados estudos sobre o tema, tais como doutrinas, normas, artigos acadêmicos, plataformas digitais etc. Objetiva-se dar ao leitor um suporte que seja suficiente à compreensão do tema para que este, como consumidor e cidadão, possa formular sua própria opinião.</p> 2020-12-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/710 USUÁRIO OU TRAFICANTE: UMA ANALISÉ DO PERFIL DO USUÁRIO DE DROGAS EM CONFLITO COM A LEI NA GRANDE TERESINA - PIAUÍ 2020-12-19T17:22:38+00:00 Willame Carvalho e Silva willamecarvalho2013@hotmail.com <p>O presente estudo pretende apresentar uma análise dos dados coletados no<br>contexto da 7ª Vara Criminal de Teresina, vara especializada nos crimes envolvendo a<br>utilização e o tráfico de drogas na Comarca de Teresina. O objetivo é, a partir de um estudo<br>sobre o perfil psicossocial e jurídico dos (as) traficantes de drogas no contexto de Teresina,<br>subsidiar novos estudos e apresentar soluções para este mal que atinge toda a sociedade<br>brasileira e mundial, que atualmente atinge, principalmente, os pequenos municípios e<br>todas as famílias, direta ou indiretamente, pois a questão das drogas envolve aspectos da<br>segurança pública, da saúde pública e das ações de políticas públicas para toda a<br>sociedade. A Corregedoria Geral da Justiça apresenta o presente relatório visando a<br>contribuir com o esforço de toda a sociedade no sentido de enfrentar as drogas e seus<br>malefícios.</p> 2020-12-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/705 ÁREAS VERDES URBANAS E OS RIOS DE TERESINA, PIAUÍ, BRASIL 2020-12-19T16:00:35+00:00 Iracilde Maria de Moura Fé Lima iracildefelima@acipiaui.org.br <p>Teresina, cidade planejada para sediar a Capital do Estado do Piauí a partir de<br>1852, teve seu plano inicial traçado a partir da igreja matriz de Nossa Senhora do Amparo: o<br>seu marco zero. Esse plano contemplava espaços para instalação de instituições e de<br>equipamentos de usos público e privado, dentre eles as quadras destinadas às praças, locais<br>que representavam o verde público dos primeiros tempos da cidade. Tendo em vista que o<br>clima desta cidade apresenta temperaturas médias mensais elevadas durante todo o ano,<br>considera-se importante a identificação dos índices do verde urbano das últimas décadas,<br>como forma de subsidiar o planejamento socioambiental de Teresina voltado para a ampliação<br>do conforto térmico e qualidade de vida da população. Como principais resultados, a partir da<br>análise de trabalhos já publicados, foram identificados os índices do verde no período de 1989<br>a 2017 e a espacialização recente das áreas mais expressivas do verde público, por meio de<br>mapeamento dos parques urbanos em cada região administrativa da cidade. Isto demostra<br>que atualmente existe uma concentração desses parques nas Regiões Centro-Norte e Leste<br>e que em sua maioria estão localizados nas margens do rio Poti, mesmo tendo a cidade<br>nascido na margem do rio Parnaíba.</p> 2020-12-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/713 O ENTUSIASMO PELA EDUCAÇÃO COMO FATOR DE PROGRESSO DO PIAUÍ ENTRE OS ANOS 1920 E 1940 2020-12-20T19:14:09+00:00 Joseanne Zingleara Soares Marinho joseannezsm@mail.com <p>O objetivo do artigo é analisar o desenvolvimento da educação de nível primário no Piauí nos anos de 1930 e 1940 como um projeto para atingir o progresso do Estado. No século XIX já existia o ideário de que a educação deveria ser uma área de atuação pública, tratando-se de uma base para a modernização do Brasil, no entanto, apenas na década de 1920, foi instalado um espaço mais propício para esses debates, sendo que nas décadas de 1930 e 1940, essa ideia adquiriu maior impulso nos estados por meio de iniciativas centralizadoras do governo federal. A partir da análise de fontes primárias oficiais e hemerográficas, articuladas com aspectos relacionados à modernização (BERMAN, 2010) e ao Estado de Bem-estar (ESPING-ANDERSEN, 1990), identificou-se que as medidas repercutiram no Piauí provocando um considerável desenvolvimento da educação, que ocorreu em meio a uma problemática implantação, notadamente limitada ao Ensino Primário, e mais restrita à capital do estado.</p> 2020-12-20T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí https://periodicos.ufpi.br/index.php/acipi/article/view/707 UM POUCO DO QUE A VIDA ENSINA 2020-12-19T16:46:24+00:00 José Guilherme Férrer Pompeu gpompeu8@gmail.com <p>Em “Um pouco do que a vida ensina” estão compiladas centenas de robustos<br>escritos que minha querida mãe, Glaucia Férrer Pompeu, produziu ao longo de<br>parte de sua vida, a partir de experiências que geraram sentimentos que, por sua<br>vez, resultaram em ricos ensinamentos sobre como lidar com as diferentes<br>situações que se colocam ou que colocamos diante de nossa jornada humana.</p> 2020-12-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista da Academia de Ciências do Piauí